O que aconteceu.
Em coluna publicada em 13 de outubro, Alexandre Zaghi Lemos, editor-chefe do Meio & Mensagem, discute como as marcas podem se posicionar diante das recomendações feitas por agentes de inteligência artificial.
O autor defende que diferenciação, autenticidade e atributos claros podem ajudar as marcas a permanecerem reconhecíveis em ambientes mediados por algoritmos. Trata-se de uma análise sobre marketing e consumo, sem resultados específicos sobre a busca por atendimento psicológico.
Pra entender o contexto.
A coluna parte de um desafio conhecido pelas marcas: construir confiança em uma sociedade marcada por bolhas, desconfiança e excesso de opções comparáveis.
34% para 35%
A interpretação apresentada é que diferenciação e autenticidade voltam a ganhar espaço diante da padronização das ofertas. Nesse cenário, a IA pode ampliar a comparação entre marcas, mas também favorecer aquelas que possuem uma identidade reconhecível.
Isso não permite concluir que uma marca forte será sempre recomendada por uma IA, nem que a mesma dinâmica se aplica automaticamente à escolha de uma psicóloga.
O que ainda não se sabe.
A coluna não apresenta testes específicos sobre recomendações de profissionais de Psicologia, nem detalha como diferentes agentes de IA selecionam ou ordenam essas indicações.
Também não estabelece uma fórmula que garanta visibilidade. Não é possível transformar a análise em uma promessa de aparecer nas respostas de determinada ferramenta.